Maio, mês do coração
Maio, mês do coração
Maio é o mês do coração e o convite à prática de exercício físico é o desafio deste ano da Fundação Portuguesa de Cardiologia para se ter uma vida mais saudável.
Alunos e professores do Centro Escolar de Crasto realizaram uma caminhada e no final formaram um coração humano.
A ação teve como objetivo chamar a atenção da comunidade escolar e local para os cuidados e a prevenção de doenças cardiovasculares, atualmente responsáveis pelo maior número de mortes no mundo.
A Fundação Portuguesa de Cardiologia aconselha as seguintes 4 regras:
1 - Planeie um dia a dia ativo
A atividade física deve ser um hábito. Integre-a na sua rotina, planeando atividades variadas que impliquem, pelo menos, 30 minutos de exercício diário. Mantenha o corpo (e o coração) em boa forma.
2 - Proteja-se do stress
O stress faz parte da vida e pode até torná-la mais emocionante. Mas quando em excesso pode fazer-nos sentir desconfortáveis e levar ao mau funcionamento do nosso organismo, causando, por exemplo, hipertensão. Aprenda a proteger-se, vivendo com mais tranquilidade.
3 - Escolha pratos saudáveis
O modo como comemos influencia os níveis da tensão, do colesterol e da glicemia. Para além disso, é decisivo na prevenção e controlo da obesidade. Escolha modos de cozinhar mais saudáveis – com menos gorduras saturadas, menos sal e açúcares e mais frutas e verduras.
4 – Faça check-ups regulares
Mantenha a tensão arterial, os níveis de glicemia, o colesterol e o peso debaixo de olho. Controlar com regularidade estes quatro importantes fatores de risco é proteger o coração.
Docentes do Centro Escolar de Crasto
Livro digital “A Aventura da Família Carvalho”
Livro digital “A Aventura da Família Carvalho”
“A Aventura da Família Carvalho” é um livro digital que surge no âmbito da atividade para a promoção da leitura e do gosto pela escrita criativa que a equipa da Biblioteca Escolar vem prestando aos alunos que, voluntariamente, acorrem a esta estrutura nos seus tempos livres, para apoio ao estudo e/ou aconselhamento pessoal.
Um grupo de 4 alunos do 4.º ano da turma A – o Gonçalo Gonçalves, a Francisca Garcia, a Cristiana Rocha e o Miguel Barbosa – aderiu com entusiasmo ao convite para fazerem parte de uma oficina de escrita, com o objetivo de escrever um livro.
O contributo imaginativo de todos, sob a coordenação da Professora Sameiro Estrela e do Professor Jorge Rocha, da equipa da Biblioteca, resultou neste trabalho, desenvolvido com muita dedicação, em inúmeros intervalos passados na Biblioteca.
O Gonçalo Gonçalves ofereceu um contributo acrescido, na medida em que é o autor das ilustrações da obra, produzidas com engenho e arte no “Paint”.
Apresenta-se a seguir o produto final do longo trabalho realizado…
Biblioteca Escolar
Resumo da NORMA 02/JNE/2015
Resumo da NORMA 02/JNE/2015
Apresenta-se o resumo da NORMA 02/JNE/2015 - Instruções para realização, classificação, reapreciação e reclamação de Provas e Exames do Ensino Básico e Secundário.
Nota: O documento original (NORMA 02/JNE/2015), pode ser consultado aqui.
Nos 98 anos das Aparições de Nossa Senhora da Paz
Nos 98 anos das Aparições de Nossa Senhora da Paz
Há 100 anos, grassava a I Guerra Mundial. E, nas trincheiras do conflito, estavam Portugueses, lutavam homens de Ponte da Barca.
Longe, muito longe, de todo este mundo de aflições, vivia o pequeno Severino Alves. Tinha 10 anos e todo o seu tempo de menino era ocupado a pastorear os rebanhos, nas redondezas do lugar do Barral, freguesia de Vila Chã S. João (Ponte da Barca).
No dia 10 de maio de 1917, Severino inicia a jornada, com a mesma rotina de sempre. Mal o Sol tinha acabado de espreitar nas alturas do Livramento, já o nosso pastor ia a caminho dos montes.
Nos seus dedinhos de miúdo, corriam as contas do terço que rezava devotamente, enquanto, com o olhar, tangia o rebanho a caminho do pasto. Até que, numa ramada, perto da ermida de Santa Marinha, sentiu um relâmpago... Era um clarão tão forte e tão brilhante, que o menino ficou estático, impressionado por um grande medo.
Vencida a emoção, deu alguns passos, atravessou um portelo, e olhou em redor. Severino tentava perceber o que se estava a passar...
Nesse momento, avistou uma Senhora! Tinha as mãos postas e o seu rosto era lindo, lindo como nenhum outro. Vestia-se de branco e um manto azul cobria-lhe a cabeça. Toda ela era cheia de luz e de esplendor!
Fascinado com tamanha beleza da Aparição, o nosso pastor recuou uns passos e caiu por terra, surpreendido com tal acontecimento.
Ainda exclamou “Jesus Cristo”, mas nesse mesmo momento a Visão desapareceu...
No dia seguinte, 11 de maio de 1917, uma sexta-feira, sem que sentisse relâmpago algum, quando atravessava o portelo, deparou com a mesma Senhora, que estava no mesmo sítio.
Severino caiu de joelhos. Olhou, depois, o rosto sorridente da Aparição e disse-lhe o que o seu pároco lhe havia aconselhado:
– Quem não falou, ontem, fale hoje...
Então, a voz da Aparição manifestou-se, tranquilizando-o:
– Não te assustes, menino, sou Eu!
E acrescentou:
– Diz aos pastores do monte que rezem sempre o terço, que os homens e mulheres rezem o terço todos os dias e cantem A Estrela do Céu. E as mães que têm os filhos lá fora que rezem também o terço, cantem A Estrela do Céu e se apeguem Comigo, que Eu hei-de acudir ao mundo e aplacar a guerra.
E, depois de uma pausa, perante o silêncio espantado de Severino que apenas respondeu “Sim, Senhora”, a Visão, olhando para uma ramada, exclamou:
– Que gomos tão lindos, que cachos tão bonitos!
O pastorinho olhou e, quando se voltou, viu que a extraordinária Aparição já tinha desaparecido.
Uma alegria imensa encheu-lhe a alma. Correu, feliz por ser protagonista de um acontecimento sobrenatural. Ele queria partilhar tão grande maravilha com os seus pais e vizinhos!
Centro Mariano
A notícia espalhou-se, de boca em boca. Dois jornais do Porto difundiram-na, pelo país. As pessoas começaram a acorrer, aos milhares, vindas das mais diversas terras. Foi assim nos primeiros anos, mas, com o tempo, a afluência começou a diminuir, a diminuir...
Nem seria de esperar outra coisa, pois, no local, nem sequer existia uma imagem, muito menos uma capela. A atenção e a devoção iam-se concentrando em Fátima, onde Nossa Senhora se começara a manifestar a Lúcia, Francisco e Jacinta, dois dias mais tarde, a 13 de maio do mesmo ano... E, assim, as aparições da Senhora da Paz, no Barral, quase caíram no esquecimento.
Quase! Porque, no cinquentenário das aparições, em 1967, a Confraria de Santa Ana decidiu construir uma capela a Nossa Senhora da Paz. O templo foi inaugurado, a 15 de setembro de 1969.
Seguiu-se a construção de uma cripta, cujo altar é formado por um grande bloco de quartzo cristalizado, o maior existente em Portugal, com cerca de três toneladas. São também erigidos monumentos ao Sagrado Coração de Jesus, ao Anjo da Guarda de Portugal e à Paz, todos constituídos por um pedestal de quartzo cristalizado.
O Cónego Professor Doutor Avelino de Jesus da Costa, também nascido no Barral e contemporâneo do pastorinho, é o grande mentor de todo este projeto que integra ainda o Santuário de Nossa Senhora da Paz, edifício mais recente.
Em 1982, foram inaugurados a Biblioteca e o Museu do Quartzo que apresenta uma rica coleção de belos cristais de quartzo, quase todos extraídos na própria freguesia.
Hoje, este é um centro religioso e turístico com algum movimento, tal a beleza do cenário que se pode contemplar no local. O dia maior é o da peregrinação, que se realiza no último domingo de maio.
A caminho do centenário, importa avivar a nossa história e cultivar a nossa identidade. Porque não há futuro sem um presente que honre e valorize o passado…
Prof. Luís Arezes
Crasto florido
Crasto florido
Com o objetivo de embelezar os jardins da vila de Ponte da Barca, foi lançado o desafio, a todas as turmas do pré-escolar e do 1.º ciclo para a confeção de uma flor.
O Centro Escolar de Crasto aderiu a esta proposta e elaborou seis bonitas flores, utilizando materiais diversificados.
Esta atividade foi realizada em articulação com os professores das AEC, prof. Luís Silva e prof.ª Fátima Cunha, que deram uma preciosa colaboração na execução das flores das turmas do 1.º ciclo.
Docentes do Centro Escolar de Crasto















