Ex-aluna do Agrupamento premiada pela Universidade do Minho
Ex-aluna do Agrupamento premiada pela Universidade do Minho
No passado dia 16 de maio, a Universidade do Minho reconheceu o mérito e premiou os seus melhores estudantes numa cerimónia solene de entrega de Bolsas de Excelência realizada no salão medieval da Reitoria, no Largo do Paço, em Braga.
Esta cerimónia contou com a presença, para além dos homenageados, do reitor António Cunha, dos presidentes das Escolas/Institutos, dos diretores de curso e responsáveis de escolas secundárias e de familiares e amigos de muitos dos premiados.
Foi com muito agrado que, uma vez mais, o Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca se associou ao reconhecimento do mérito duma sua ex-aluna, a Joana Isabel Fernandes Pereira Amorim.
A Joana Amorim concluiu o ensino secundário no passado ano letivo e candidatou-se à Universidade do Minho, onde agora frequenta o Curso de Economia, com uma média de 18,181 valores.
Este prémio é atribuído conjuntamente pela Reitoria da Universidade e pelas Escolas e Institutos, e, para o vice-reitor, Rui Vieira de Castro, estas bolsas são "o reconhecimento da qualidade intelectual destes estudantes, do seu esforço e do seu compromisso com o aprofundamento dos seus saberes", sublinhando que, para a Academia, esta cerimónia "é um momento de grande significado". O vice-reitor não esqueceu as escolas secundárias de onde procederam estes estudantes, deixando-lhes palavras de reconhecimento e valorizando o seu importante papel na formação inicial de qualidade, que fez com que sejam agora os melhores da Universidade do Minho.
Também o reitor começou a sua intervenção destacando o papel da família e das escolas secundárias na formação de qualidade com que estes estudantes chegam à Universidade do Minho. "Hoje honramos estudantes que tiveram um desempenho de exceção e que é extensível a familiares e professores das escolas secundárias, que foram cúmplices desses sucessos".
O líder da Academia declarou ainda que "a Universidade é rejuvenescida todos os anos pelo talento, energia, vontade e audácia dos seus novos estudantes que impedem o seu envelhecimento e confrontam a Instituição com novos projetos e desafios".
O Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca associa-se ao reconhecimento do mérito da Joana Amorim, felicitando-a, bem com à família, e expressa votos de que todos os seus sonhos sejam concretizados com a alegria com que marcou a sua presença entre nós!
Parabéns!
O Diretor do Agrupamento,
Carlos Alberto Louro
Alunos do 6.º ano contactam com a língua francesa
Semana das Línguas e Humanidades
Alunos do 6.º ano contactam com a língua francesa
Decorreu no dia 31 de maio, no âmbito da «Semana das Línguas e Humanidades», uma atividade onde todos os alunos do 6.º ano puderam contactar com a sonoridade da Língua Francesa.
Assim, estes alunos assistiram, no auditório da Escola Secundária de Ponte da Barca e no Polivalente da Escola Básica Diogo Bernardes, à “Tarde de Francês”, com a projeção de filmes franceses, que suscitou a curiosidade para o estudo de uma nova língua. Salientando a sonoridade desta língua, dois grupos de alunas do 9.º ano apresentaram coreografias de temas musicais franceses, resultando num momento de alegria e entusiasmo.
Para finalizar e recordar este encontro, foram distribuídos pelos alunos do 6.º ano autocolantes onde se podia ler «Je m’appelle….», dando início a uma «futura conversa» em Língua Francesa.
Professora Frederica Cascão
Exposição de trabalhos artísticos – Ensino Especial/ Oficina das Artes
Exposição de trabalhos artísticos – Biblioteca Escolar (Polo dois)
Ensino Especial/ Oficina das Artes
"A Arteterapia promove o encontro da pessoa de si para consigo mesma, de forma suave, lúdica, sem artifícios invasivos e admoestadores. É, sobretudo, sensível às suas necessidades e sonhos de realização!"
“A arteterapia baseia-se no pressuposto de que o processo criativo envolvido na atividade artística é terapêutico e enriquecedor da qualidade de vida das pessoas.”
“Por meio do criar em arte e do refletir sobre os processos e trabalhos artísticos resultantes, as pessoas podem ampliar o conhecimento de si e dos outros, aumentar a sua autoestima, lidar melhor com sintomas, estresses e experiências traumáticas, desenvolver recursos físicos, cognitivos e emocionais e desfrutar do prazer vitalizador do fazer artístico.”
Sylvio Le Sueur
Está patente na Biblioteca Escolar da Escola Básica Diogo Bernardes um conjunto de trabalhos artísticos desenvolvidos no âmbito da estrita colaboração, transdisciplinaridade, entre as Unidades Multidisciplinares de Apoio à Multideficiência e a Oficina das Artes, A.P.A Ed. Visual/ A.P.A. Ed. Tecnológica, bem como das solicitações de colaboração com a Biblioteca Escolar.
Os trabalhos diversificados e multissensoriais versam entre a ilustração, a pintura, a instalação de elementos figurativos, a construção de figuras tridimensionais com aproveitamento de tecidos e de outros materiais reciclados, inspirando-se nas Histórias adaptadas "A que sabe a lua", "A Joaninha vaidosa", "Era uma vez um bruxa", "A girafa que comia estrelas", "O Principezinho", "um Presente de Natal", que, ao longo da programação das Semanas da Leitura decorridas na nossa Escola, serviram o propósito de aprofundar nos alunos o gosto pela leitura e pelas artes numa perspetiva eclética e multissensorial, estimulando as múltiplas inteligências pelo belo, pela sua melhor qualidade de vida, valorização da sua autoestima e respeito pela sua condição humana, produzindo, fruindo e dando a conhecer o seu trabalho, fundamentos subjacentes à filosofia de base da abordagem multidisciplinar inerente à Arte Terapia.
Este trabalho só foi possível graças ao empenho, dedicação, participação entusiasta e partilha de todos os seus intervenientes. Desfrutem!
Prof. José Mário Gonçalves
“Os Espantalhos”
“Os Espantalhos”
Na Escola Básica Diogo Bernardes, os alunos do sexto ano fizeram espantalhos com materiais reciclados e que estavam esquecidos, perdidos, considerados lixo.
Estes espantalhos foram feitos para colocar nos espaços verdes da nossa Escola, para afugentarem os pássaros e protegerem os nossos frutos, legumes e plantas aromáticas, uma tradição que vem do tempo dos nossos avós.
Os espantalhos resultam do trabalho desenvolvido em Educação Visual, Educação Tecnológica e Oferta Complementar, noção de património, arte popular, estudo do corpo humano, estrutura, movimento implícito traduzido por mecanismos e articulações simples, noções de materiais e técnicas de construção dos espantalhos, como o cartão, papelão e madeira, noções de educação ambiental, política dos três “erres” – “reduzir, reciclar, reutilizar” –, agricultura sustentável e biológica.
Ana Francisca Martins, 6.º E
No terceiro período escolar, as turmas do sexto ano tinham como unidade de trabalho em Educação Visual e Tecnológica, em articulação com Oferta Complementar, “Os Espantalhos”, que foram construídos com materiais reciclados, como roupas velhas, rolhas, sapatos, etc..
A nossa turma fez um espantalho chamado “Maria”. Para o enchimento, utilizamos palha e jornal. A finalidade dos espantalhos é preencher os espaços verdes e jardins na nossa Escola, para afugentar os pássaros e proteger as colheitas, como faziam os nossos antepassados.
Esta atividade foi muito interessante, porque fez-nos perceber como é trabalhar com material reciclado.
Luana Silva, 6.º E



















