Contratação de Escola 2023/2024 - Grupo de Recrutamento - 600 (12-01-2024)
Contratação de Escola 2023/2024 - Grupo de Recrutamento - 600 (12-01-2024)
(Decreto-Lei n.º 132/2012 de 27 de junho)
Contratação de Escola com vista ao suprimento de necessidades temporárias de pessoal docente, para o ano escolar de 2023/2024.
Contratação de Escola 2023/2024 - Grupo de Recrutamento - 100 (12-01-2024)
Contratação de Escola 2023/2024 - Grupo de Recrutamento - 100 (12-01-2024)
(Decreto-Lei n.º 132/2012 de 27 de junho)
Contratação de Escola com vista ao suprimento de necessidades temporárias de pessoal docente, para o ano escolar de 2023/2024.
“A Caminho dos 50 anos do 25 de Abril” em exposição na Secundária
“A Caminho dos 50 anos do 25 de Abril” em exposição na Secundária
“A Caminho dos 50 anos do 25 de Abril” é o título genérico de uma exposição que está patente ao público no átrio do bloco C da Escola Secundária de Ponte da Barca.
A mostra tem como ponto de partida um questionário em linha aplicado aos alunos do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário, desafiando-os a responderem a 25 perguntas sobre o Estado Novo, a Revolução dos Cravos e o período de consolidação das instituições que se lhe seguiu, até à entrada em vigor da nova Constituição democrática, a 25 de abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas (um ano antes, haviam acontecido as eleições para a Assembleia Constituinte), e às primeiras eleições presidenciais, a 27 de junho de 1976.
Um dos dados mais relevantes do questionário tem a ver com a qualidade das respostas, entre as quatro opções apresentadas em cada uma das 25 perguntas, pois a mediana situa-se em 21, no quadro de 25 pontos possíveis.
Trata-se de um indicador muito bom que atesta o nível de conhecimento da comunidade escolar da Secundária, quanto a este período da nossa história coletiva.
Apesar de tudo, aqui e acolá surgiram dúvidas e, por vezes, apareceram confusões, pelo que a exposição apresenta os resultados e procura validar as respostas, uma a uma, com um breve enquadramento histórico e ilustrações significativas.
Organizada pela Biblioteca Escolar e pelo Plano Nacional das Artes, a iniciativa integra-se no plano abrangente do Projeto Cultural de Escola que o Agrupamento tem em curso, no âmbito da celebração dos 50 anos do 25 de Abril.
A Organização
A CANTIGA É UMA ARMA – “Adeus, Guiné”
A CANTIGA É UMA ARMA – “Adeus, Guiné”

“A Cantiga é uma Arma” desta semana dedica a sua atenção a um dos discos/ temas mais controversos.
Trata-se da obra “Adeus, Guiné”, uma gravação de 1970 do “Conjunto Típico Armindo Campos”.
Composta num registo genuinamente simples e popular, a “canção tornou-se numa das mais ouvidas e cantadas nas rádios portuguesas, principalmente na Emissora Nacional, onde o disco foi transmitido até à exaustão”, e também nos ambientes militares, nomeadamente na Guiné, território que era palco da frente de guerra mais temida, com o exército português a travar uma luta brutal de guerrilha com o PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde), liderado por Amílcar Cabral.
Para além do ritmo musical, a canção destaca-se pelo tom comovente e profundamente nacionalista da sua letra, com uma mensagem de propaganda do Estado Novo, sob os auspícios de Marcelo Caetano, através da exaltação da Guerra Colonial e do dever de defesa da “pátria querida” por parte dos jovens soldados.
O refrão é bem elucidativo:
“Adeus, Guiné,
Tenho já dever cumprido,
Não estou arrependido
De tanto por ti lutar.
Adeus, Guiné,
Serás sempre Portugal,
Mas se crescer o teu mal
Volto para te salvar.”
No entanto, apesar de toda esta propaganda, no início da década de 70 vários setores da sociedade portuguesa mostravam desconforto em relação a esta mensagem, não conseguindo “esconder o seu descontentamento e revolta, perante a injustiça, os danos e os massacres que a Guerra proporcionava.”
E, quatro anos depois, o mal-estar à volta da Guerra Colonial acabaria por ser uma das motivações mais vincadas do Movimento dos Capitães, que estaria no centro da Revolução do 25 de Abril de 1974.
Vamos, então, ouvir “Adeus, Guiné”, uma interpretação do “Conjunto Típico Armindo Campos”.
A Organização
Aqui há Ciência - Por que é que se coloca sal nas estradas nos dias frios?
Aqui há Ciência - Por que é que se coloca sal nas estradas nos dias frios?
¡Mensaje a todos los Reyes y Reinas de nuestro Instituto!
¡Mensaje a todos los Reyes y Reinas de nuestro Instituto!
Este fin de semana conmemoramos “El Día de los Reyes Magos”. Para nosotros, esa fecha representa el término de las festividades navideñas. Para los españoles, es el apogeo, el día más impactante de las navidades. De hecho, para ellos, la llegada de los Reyes a Belén con sus regalos simbólicos representa el marco que se debe realzar y celebrar con la energía y el espíritu propio de esta época tan mágica y luminosa. La Cabalgata de los Reyes con sus golosinas (caramelos) tan esperadas por los niños reproduce este camino de luz y de paz.
Todos los años, los niños escriben cartas a los Reyes para pedir regalos a su gusto. Sin embargo, los más importantes siguen siendo valores esenciales al equilibrio del ser humano y a su caminada feliz en su entorno. En efecto, ¿de qué necesitamos para sentirnos felices? Un móvil, una prenda de vestir, una joya, un billete de cien euros nos dejan con los ojos brillantes por segundos. Pero, el abrazo de un amigo, la felicidad de un niño, los sentimientos de paz física e interior son inmortales.
Con nuestros “Reyes” de Ponte da Barca (los alumnos de la asignatura de español), os deseamos un NUEVO AÑO lleno de sorpresas y de armonía.
Los alumnos y la profe de Español del Instituto
Crasto no Aladino no gelo
Crasto no Aladino no gelo
Os bons momentos ficam para sempre na memória do coração!
Aline Saab
Criar memórias e proporcionar experiências significativas aos alunos, tem sido uma prática constante da Escola Básica de Crasto ao longo dos últimos anos.
Assim, no dia 5 de janeiro 2024, todos os alunos desta escola rumaram ao Mar Shopping em Matosinhos, para assistirem ao espetáculo musical – “Aladino no gelo”. Foi um dia particularmente especial, que nem a chuva e o frio conseguiram demover, tal era o entusiasmo. Foram momentos de muita magia e diversão que invadiam os olhares espantados e ao mesmo tempo curiosos, para que nenhum pormenor passasse despercebido.
A concretização desta atividade só foi possível graças à envolvência dos vários agentes educativos, nomeadamente as juntas de freguesia da área de influência, que financiaram o transporte para o Porto e às famílias, a quem deixamos o nosso muito OBRIGADA.
Além de mais “ricas” culturalmente, as “nossas crianças” regressaram à escola muito felizes, sob o lema: “Liberta o génio que há em ti”!
Dinamizamos esta atividade, acreditando piamente que são momentos como este, que fazem toda a diferença no crescimento de uma criança!
As docentes da Escola Básica de Crasto
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "Aposta(s) na formação em Portugal?"
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "Aposta(s) na formação em Portugal?"
A Cantiga é uma Arma – “Os Vampiros” (1963)
A Cantiga é uma Arma – “Os Vampiros” (1963)

Com o início do 2.º período letivo, retomamos o apontamento “A Cantiga é uma Arma”, assim avivando memórias de poemas, cantigas e histórias que marcaram o período do fim do Estado Novo e os primeiros tempos da nossa Democracia.
Na edição desta semana, a nossa atenção vai para "Os Vampiros", uma canção de José Afonso (1929-1987), originalmente gravada em 1963, no disco “Baladas de Coimbra”.
Juntamente com "Trova do Vento que Passa" (poema de Manuel Alegre, música de António Portugal e interpretação de Adriano Correia de Oliveira), constitui um marco fundamental da canção de intervenção e de resistência antifascista. É mesmo considerado um dos temas fundadores do canto político em Portugal, “assumido como instrumento de combate cultural e cívico em tempo de censura e um símbolo da resistência contra o fascismo. Estava lá tudo dito e, por isso, não podia ser dito.”
Numa edição especial de 2009 da revista Blitz, “Os Vampiros” foi escolhida como uma das melhores canções da década de 60.
Segundo Albano Viseu, no seu estudo A Simbologia das Palavras e a revolução silenciosa: os sentidos implícitos nas canções de Zeca Afonso (Chiado Editora, 2014), “José Afonso tentou comunicar valores e ideais, utopias e mensagens libertadoras, ansiou por um Portugal sem tabus, sem ter de calar o valor da liberdade, pelo que se tornou num vulto histórico, num modelo de afronta na luta contra o regime. As suas canções premeiam uma veia criadora, intensamente preocupada com causas humanas e sociais e são exemplo de ação e de luta constante, objetivando provocar a agitação e a mudança, contra o marasmo fomentado por um regime que necessitava de ser questionado e, por fim, substituído.”
Notável grito de Cidadania, a mensagem de Zeca Afonso em "Os Vampiros” permanece intemporal. Mas a coragem do chamado trovador da Liberdade teve um preço alto. O regime ditatorial não lhe perdoou, condenando-o à exclusão.
Em entrevista ao semanário “Labor.pt”, Arnaldo Trindade, fundador da editora Orfeu, recorda que, quando saiu a balada “Os Vampiros”, foi “proibidíssima. Depois disso, o José Afonso foi excluído do ensino, não tinha possibilidades de ter meios para viver e ninguém o quis gravar. Ninguém. Ele foi a todas as editoras”.
Desde o seu lançamento, em 1963, o tema conheceu múltiplas versões, entre elas a da banda de rock UHF, editada em 2014, por ocasião das comemoração dos 40 anos da Revolução dos Cravos.
Vamos, então, ouvir – e cantar – “Os Vampiros”, com José Afonso…
A Organização
Votações Abertas: a Hora dos SuperQuinas
Votações Abertas: a Hora dos SuperQuinas
No âmbito da parceria que o Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca tem estabelecido com a Associação Tempos Brilhantes (AEC/AAAFS e CAF), participamos no Passatempo de Natal promovido pela FPF.
A fotografia que os alunos da Escola Básica de Crasto apresentaram a concurso está entre as 10 finalistas.
Os vencedores (Voto FPF + Voto público) receberão uma visita das mascotes da Seleção Nacional - os SuperQuinas - na escola!
Apelamos ao voto para a melhor fotografia. Para tal, deverá fazer LOGIN na página https://portugal.fpf.pt/landing




























