Joana Luísa Matos ajuda crianças a vencer o medo
Joana Luísa Matos ajuda crianças a vencer o medo
A escritora e médica dentista Joana Luísa Matos visitou as Escolas Básicas de Crasto e de Entre Ambos-os-Rios, onde dinamizou sessões com as crianças da Educação Pré-escolar e do 1.º ano de escolaridade.
Partindo da sua mais recente obra, “Os Dentuças – A Patrulha do Bem”, a autora manteve uma conversa muito próxima e interessante com os mais novos, ajudando-os a reforçarem a autoconfiança e a ultrapassarem os seus múltiplos receios.
A interacção gerada ao longo das sessões serviu ainda para a convidada chamar a atenção para um conjunto de comportamentos saudáveis, ao nível da higiene oral.
Fazendo apelo à imaginação e à riqueza sugestiva das ilustrações do livro, da autoria de Nuno Alexandre Vieira, Joana Luísa Matos orientou ainda uma viagem fantástica com a Patrulha do Bem, ao encontro da Fada dos Dentes e dos duendes, com o objetivo de ajudar as crianças a vencer o monstro do medo
Como é habitual, esta ação – que foi organizada pela Biblioteca Escolar, em articulação com os Departamentos da Educação Pré-escolar e do 1.º Ciclo – aconteceu no âmbito da parceria que o Agrupamento mantém, há vários anos, com as edições Opera Omnia.
Em jeito de preparação para este “À Conversa com…”, a Biblioteca Escolar proporcionou a cada uma das turmas envolvidas uma leitura expressiva da obra, procurando favorecer o gosto pelo mundo do maravilhoso, através do contacto com o livro e a leitura, porque assim se constrói uma “Escola a Ler”!
Biblioteca Escolar
Eleição dos Representantes dos Alunos no Conselho Geral (6 de dezembro de 2023)
Eleição dos Representantes dos Alunos no Conselho Geral (6 de dezembro de 2023)
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "12º ano: Já ou Finalmente?"
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "12º ano: Já ou Finalmente?"
48 anos do “25 de Novembro”: “Força, força, companheiro Vasco”
48 anos do “25 de Novembro”: “Força, força, companheiro Vasco”

A dois dias de se assinalar 48 anos do “25 de Novembro de 1975”, o apontamento “A Cantiga é uma Arma” recua no tempo e recorda o ambiente revolucionário que então se viveu em Portugal.
Falamos do Verão Quente de 75 e do PREC – Processo Revolucionário em Curso, um período durante o qual foi muito popular a canção desta semana, “Força, força, companheiro Vasco”, interpretada por Maria do Amparo e Carlos Alberto Moniz.
Eis o contexto…
A seguir ao “25 de Abril”, especialmente ao longo de 1975, Portugal regista grande agitação social, política e militar.
São tempos muito turbulentos, marcados por manifestações, saneamentos, ocupações de empresas e de explorações agrícolas, nacionalizações de diversos setores estratégicos, vários governos provisórios, por um cerco à Assembleia da República, que impediu, durante dois dias, os deputados de saírem do Parlamento, e até por confrontos militares.
O país vive uma radicalização política, com confrontos entre os que pretendiam prosseguir a Revolução com o MFA (depois da “intentona” do “11 de Março” de 1975 designado Conselho da Revolução), incluindo-se aqui os quatro governos provisórios liderados por Vasco Gonçalves (“gonçalvismo”), e os que entendiam que o caminho se devia fazer com os partidos políticos sufragados em eleições.
Toda esta tensão atinge o auge a 25 de novembro de 1975, já lá vão 48 anos. Setores da esquerda radical tentam um Golpe de Estado, que acaba por ser frustrado pelos militares que se encontravam com o moderado “Grupo dos Nove”, apoiados por um plano militar liderado por Ramalho Eanes.

Clarificada a situação, abre-se caminho para a realização de eleições democráticas que, a 25 de abril de 1976, dão maioria aos partidos moderados.
Ao longo de 1975, dir-se-ia que a Revolução se espalhou pelas ruas, pelas empresas, pelos campos.
É o chamado Verão Quente ou PREC, isto é, Processo Revolucionário em Curso…, durante o qual foi muito popular a canção desta semana, “Força, força, companheiro Vasco”, que exalta Vasco Gonçalves e as medidas que então havia tomado como primeiro-ministro de quatro governos provisórios.
A canção é o lado B do single “Daqui o Povo Não Arranca Pé!”, editado precisamente em 1975.
Vamos lá, então, recuar a 1975 e ouvir e cantar “Força, força, companheiro Vasco”, com Maria do Amparo e Carlos Alberto Moniz…
A Organização
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "Um apelo à valorização das tradições"
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "Um apelo à valorização das tradições"
Júlio Borges lança desafio: Vamos ler cinco ou dez minutos por dia?
Júlio Borges lança desafio:
Vamos ler cinco ou dez minutos por dia?
“Experimentem começar a ler cinco ou dez minutos por dia e vão verificar que, ao fim de um mês, já conseguiram ler um ou dois livros, sem grande dificuldade, o que é fantástico.”
O desafio é de Júlio Borges e foi lançado aos alunos dos 5.º e 6.º anos da Escola Básica Diogo Bernardes, no decurso de uma conversa que teve como ponto de partida “D. Afonso Henriques: Do Sonho ao Nascimento de uma Nação”, a sua mais recente obra, que os alunos haviam trabalhado previamente, com o apoio da Biblioteca Escolar.
Numa interação permanente com o público, o autor partilhou o seu gosto pela leitura e pela escrita, apresentou os vários livros que já publicou e aos miúdos que teimam em repetir que não gostar de ler deixou um apelo.
Leiam e escrevam, todos os dias, nem que seja durante um curto período, e vão verificar que conseguem alcançar coisas fantásticas e adquirir o prazer de ler e de escrever.
Ao mesmo tempo – realçou o convidado –, estarão a desenvolver a vossa criatividade e imaginação, a alargar os vossos conhecimentos e a aprofundar a vossa capacidade de análise e de estruturação de ideias. Por outras palavras, estarão a crescer como pessoas e como cidadãos.
As sessões aconteceram no âmbito do ciclo “À conversa com…”, da responsabilidade da Biblioteca Escolar, e resultam da parceria que o Agrupamento mantém com as edições Opera Omnia, tendo em vista o aprofundamento da competência leitora, mediante a promoção de um ambiente amigo do livro e da leitura.
Biblioteca Escolar
A CANTIGA É UMA ARMA: “Canta, canta, amigo, canta”
A CANTIGA É UMA ARMA: “Canta, canta, amigo, canta”

A caminho dos 50 anos do “25 de Abril”, continuamos a dar voz ao apontamento “A Cantiga é uma Arma”.
Semana a semana, recuperamos uma canção que tenha marcado essa época de transição do Estado Novo para a Liberdade e a Democracia.
Na edição 6 desta iniciativa, vamos ao encontro de um tema que ficou no imaginário popular, antes e depois do “25 de Abril”.
Apesar de, atualmente, estar praticamente esquecida, tal como o seu autor, António Macedo, “Erguer a voz e cantar” (ou “Canta, canta, amigo, canta”) é uma canção-chave dos “filhos da madrugada”.
Nos últimos anos do Estado Novo, não havia reunião, convívio, passeio, em que não se fizesse ouvir o “canta, canta, amigo, canta, / Vem cantar a nossa canção, / Tu sozinho não és nada, / Juntos temos o mundo na mão”.
Trata-se, de facto, de uma balada considerada por muitos como um hino de resistência, que faz parte da memória coletiva, na medida em que marcou uma geração e uniu muita gente, contribuindo para o aprofundamento do espírito de luta, nos anos que antecederam a Revolução dos Cravos.
Com uma mensagem muito forte de apelo à entreajuda e à solidariedade, a canção exalta ainda o sentido cívico da participação ativa (“Erguer a voz e cantar”…, por oposição à fraqueza de quem se limita a “Viver sempre a esperar”) e semeia a esperança “dum novo dia”: “Não vás ao sabor do vento / Aprende a canção da esperança / Vem semear tempestades / Se queres colher a bonança.”
O autor deste tema emblemático é António Macedo (1946-1999), nome que se destacou pela força das suas canções e pela sua ação interventiva, antes e durante a Revolução.
Com uma discografia curta, a sua música é simples e direta, para o contexto da época, destacando-se do seu primeiro disco, de 1970, o tema "Erguer a voz e cantar", que ficou no imaginário popular antes e depois do “25 de Abril”.

O jornalista Mário Contumélias, reportando para a revista “Cinéfilo” de 6 de abril de 1974 o I Encontro da Canção Portuguesa, que se realizara a 30 de março, escrevia: “Fosse lá porque fosse, naquela noite, no Coliseu, senti-me. E isso não nos acontece todos os dias. Isso é importante!”.
“Estavam lá, não sei se já vos disse, 5 mil pessoas. Eram 10 horas, passavam 30 minutos da hora prevista para o começo do espetáculo. Cantava-se em coro ‘Canta, canta, amigo, canta’… Era assim que os 5 mil pediam que o espetáculo, também ele, começasse.”
Dir-se-ia que aquela noite, de finais de março de 1974, já fazia antever o que, umas três semanas depois, viria a acontecer….
Vamos lá, então, ouvir – e cantar – “Canta, canta, amigo, canta”, de António Macedo…
A Organização
Escola Básica de Crasto - A TERRA TREME
Escola Básica de Crasto
A TERRA TREME
No dia 14 de novembro, pelas 11h e 14m, realizou-se na Escola Básica de Crasto, o exercício nacional a TERRA TREME, que consiste numa atividade de sensibilização promovida pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, e visa chamar a atenção para o risco sísmico e para a importância de comportamentos simples que as pessoas devem adotar em caso de sismo, mas que podem salvar vidas.
Esta atividade teve apenas a duração de 1 minuto, onde os alunos foram chamados a executar os 3 gestos que podem salvar vidas: BAIXAR,PROTEGER E AGUARDAR.
E assim se vão adquirindo aprendizagens!
As docentes de Crasto
CENFIPE | Processo de seleção do Diretor | Lista Graduada Provisória
CENFIPE | Processo de seleção do Diretor | Lista Graduada Provisória
Nos termos do Aviso n.º 19440/2023 de 10 de outubro de 2023 e ainda de acordo com o ponto 11 do Regulamento do Processo de Seleção do Diretor do Centro de Formação e Inovação dos Profissionais de Educação/Escolas Associadas do Alto Lima e Paredes de Coura – CENFIPE, divulga-se a lista graduada provisória.
Exposição/Concurso: “Orienta-te”
Exposição/Concurso: “Orienta-te”
Na sequência da atividade “Orienta-te”, destinada à exposição de rosas dos ventos elaboradas pelos alunos de Geografia do 7.ºano, realizou-se, mais uma vez, o concurso para a eleição das três mais criativas construções dos alunos.
Com as votações do pessoal docente e não docente foram vencedores os trabalhos dos alunos: Maria Sousa do 7.ºA (1.ºlugar); Lara Costa do 7.ºC (2.ºlugar) e Alexandre Dias do 7.ºD (3.º lugar). Esta votação foi muito participada, 120 votos, e a eleição muito disputada, sendo que apenas um voto separa o primeiro do segundo lugar.
O grupo de Geografia agradece o empenho e a criatividade investida na elaboração dos trabalhos, sendo que o melhor prémio se traduz na avaliação atribuída nesta tarefa da disciplina.
Independentemente dos resultados obtidos, todos são vencedores, na medida em que contribuíram para a apresentação de uma atividade enriquecedora em conhecimentos geográficos, e permitiram o envolvimento das famílias, da comunidade escolar e o embelezamento do átrio do bloco B.
As docentes de Geografia agradecem o apoio do colega Orlando Costa na conceção da exposição que procura rumar à orientação para a Paz mundial!
Sim, “Tudo parece impossível até que seja feito”, Nelson Mandela.
O grupo disciplinar de Geografia



























