Exposição/Concurso: “Orienta-te”
Exposição/Concurso: “Orienta-te”
Na sequência da atividade “Orienta-te”, destinada à exposição de rosas dos ventos elaboradas pelos alunos de Geografia do 7.ºano, realizou-se, mais uma vez, o concurso para a eleição das três mais criativas construções dos alunos.
Com as votações do pessoal docente e não docente foram vencedores os trabalhos dos alunos: Maria Sousa do 7.ºA (1.ºlugar); Lara Costa do 7.ºC (2.ºlugar) e Alexandre Dias do 7.ºD (3.º lugar). Esta votação foi muito participada, 120 votos, e a eleição muito disputada, sendo que apenas um voto separa o primeiro do segundo lugar.
O grupo de Geografia agradece o empenho e a criatividade investida na elaboração dos trabalhos, sendo que o melhor prémio se traduz na avaliação atribuída nesta tarefa da disciplina.
Independentemente dos resultados obtidos, todos são vencedores, na medida em que contribuíram para a apresentação de uma atividade enriquecedora em conhecimentos geográficos, e permitiram o envolvimento das famílias, da comunidade escolar e o embelezamento do átrio do bloco B.
As docentes de Geografia agradecem o apoio do colega Orlando Costa na conceção da exposição que procura rumar à orientação para a Paz mundial!
Sim, “Tudo parece impossível até que seja feito”, Nelson Mandela.
O grupo disciplinar de Geografia
MAGUSTO 2023 - Escola Básica de Crasto
MAGUSTO 2023 - Escola Básica de Crasto
Na Escola Básica de Crasto, a tradição ainda é o que era!
Foi com grande alegria e entusiasmo, que crianças e adultos comemoraram esta tradição, que nem o mau tempo conseguiu travar.
Castanhas quentinhas e boas, caras “enfarruscadas”, música e danças de roda foram os ingredientes principais para um ótimo momento de convívio animação e partilha entre todos.
As docentes
Educação Pré-escolar e 1.º ano participam em encontro com autora
Educação Pré-escolar e 1.º ano participam em encontro com autora
“Os Dentuças – A Patrulha do Bem”, a mais recente obra de Joana Luísa Matos, esteve no centro de uma animada conversa que a autora manteve com as crianças da Educação Pré-escolar e do 1.º ano da Escola Básica Diogo Bernardes.
Ao longo de três sessões, a escritora, que profissionalmente é médica dentista, interagiu com os mais novos, chamando a atenção para um conjunto de comportamentos saudáveis, ao nível da higiene oral.
Fazendo apelo à imaginação e à riqueza sugestiva das ilustrações do livro, da autoria de Nuno Alexandre Vieira, Joana Luísa Matos orientou ainda uma viagem fantástica com a Patrulha do Bem, ao encontro da Fada dos Dentes e dos duendes, com o objetivo de ajudar as crianças a ganharem mais confiança e a vencerem o monstro do medo.
Como é habitual, esta ação – que foi organizada pela Biblioteca Escolar, em articulação com os Departamentos da Educação Pré-escolar e do 1.º Ciclo – aconteceu no âmbito da parceria que o Agrupamento mantém, há vários anos, com as edições Opera Omnia.
Em jeito de preparação dos encontros, a Biblioteca Escolar proporcionou a cada uma das catorze turmas envolvidas uma leitura expressiva da obra, procurando favorecer o gosto pelo mundo fantástico, através do contacto com o livro e a leitura, porque assim se constrói uma “Escola Ler”!
No próximo dia 27, a autora está de volta ao Agrupamento, para visitar as crianças das Escolas Básicas de Crasto e de Entre Ambos-os-Rios.
Biblioteca Escolar
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "O desporto: a aposta certa para o nosso bem-estar!"
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "O desporto: a aposta certa para o nosso bem-estar!"
Eleição dos Representantes dos Alunos no Conselho Geral
Eleição dos Representantes dos Alunos no Conselho Geral
- Convocatória n.º34.2023/2024 - Eleição dos Representantes dos Alunos no Conselho Geral (06/12/2023)
- Convocatória n.º35.2023/2024 - Eleição da Mesa Eleitoral dos Representantes dos Alunos no Conselho Geral (17/11/2023, às 10:20h)
- Regulamento para a eleição de membros do Conselho Geral – Processo eleitoral de alunos
- Calendarização do processo eleitoral
A CANTIGA É UMA ARMA – “O que faz falta”
A CANTIGA É UMA ARMA – “O que faz falta”

A caminho dos 50 anos do “25 de Abril”, continuamos com a rubrica semanal “A Cantiga é uma Arma”.
Nesta edição, vamos ao encontro da canção "O que faz falta", que faz parte de um single de José Afonso, editado a partir do álbum “Coro dos Tribunais”, publicado no Natal de 1974.
Apesar de ter vindo a público depois do “25 de Abril”, a verdade é que este tema foi cantado, pela primeira vez, ainda antes da Revolução dos Cravos, para os operários da Fábrica da Abelheira.
Segundo Nuno Pacheco, no seu artigo de opinião “José Afonso, Alípio e a força da memória” (Público, 23/02/2017), certa noite, ainda em 1973, Zeca Afonso «foi cantar “O que faz falta” para que uma fábrica não fechasse e ela não fechou – era a Fábrica de Papel da Abelheira, do grupo Champalimaud, de onde saiu o papel para imprimir o livro “Portugal e o Futuro”, de António de Spínola, obra que, como recorda João Paulo Guerra, "forneceu a muitos dos Capitães de Abril uma bandeira e um ideário para derrubar o regime."»
O jornalista Mário Lima, por sua vez, lembra que «a fábrica fora encerrada em 15 de janeiro de 1973 e que os trabalhadores resistiram aos despedimentos ocupando as instalações de São Julião do Tojal, Loures.»
«O José Afonso foi lá cantar uma noite. Eu estive lá como jornalista do “Notícias da Amadora”. A notícia é que teimou em não sair», certamente por obra da censura.
«O José Afonso foi na qualidade de homem solidário. E, já que lá estava, cantou. Cantou “O que faz falta…”, acompanhado por um coro de vozes de trabalhadores ao longo de meia hora, três quartos de hora… Sempre em crescendo, um crescendo de emoção e exaltação, com estrofes e versos improvisados sobre o refrão: O que faz falta é avisar a malta… animar a malta… juntar a malta… organizar a malta… libertar a malta… armar a malta…"», refere ainda Mário Lima.
Quase 50 anos depois, este grito de cidadania mantém-se vivo e traduz-se num apelo constante à intervenção esclarecida, pró-ativa.
Vamos, então, ouvir e cantar “O que faz falta”, com Zeca Afonso…
A Organização
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "Por favor, desliguem os telemóveis!"
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "Por favor, desliguem os telemóveis!"
Aprender fora da Sala de Aula nas Oficinas Criativas Padre Himalaya, Centro de Ciência Viva
Aprender fora da Sala de Aula nas Oficinas Criativas Padre Himalaya,
Centro de Ciência Viva
No âmbito das aprendizagens essenciais das disciplinas de Físico Química e Ciências Naturais, em articulação com o Clube Ciência “Aqui há Ciência”, os alunos do 7.º ano da Escola Secundária de Ponte da Barca visitaram e exploraram as Oficinas Criativas Padre Himalaya, Centro de Ciência Viva, em Arcos de Valdevez.
O “Hemisfério/Fulldome”, uma cúpula hemisférica de projeção de alta definição em 360º transportou os participantes para uma "viagem" em tempo real, proporcionando uma experiência inesquecível de imagem e som, reforçando e consolidando as aprendizagens adquiridas em sala de aula: organização dos corpos celestes, localização da Terra no Universo e informação sobre planetas do sistema solar.
A exposição "Minerais e Rochas - Coleção Silva Ferreira", composta por exemplares de minerais e rochas, fósseis e meteoritos, que refletem a geodiversidade do nosso Planeta, permitiu os participantes aprofundarem os seus conhecimentos nas ciências da terra, desde a geologia de Portugal à formação das rochas e dos minerais e a evolução da vida na Terra.
A visita foi enriquecida com a exploração dos espaços Núcleo Interpretativo Himalaya, Centro da Eco cidadania e Labirinto Himalaya.
Foi sem dúvida uma atividade que proporcionou o desenvolvimento da literacia científica dos alunos, despertando a curiosidade acerca do mundo que nos rodeia e o interesse pela
Ciência.
Os Professores de Físico Química e Ciências Naturais da Escola Secundária em articulação com o Clube de Ciência “Aqui há Ciência”
EL DÍA DE LOS MUERTOS
EL DÍA DE LOS MUERTOS
Cumpliendo la tradición, los grupos de la asignatura de español embellecieron la biblioteca del Instituto con una exposición relacionada con la temática del “Día de los Muertos”. ¡No hay que tener miedo! Es una simple exposición de calaveras muy coloridas, hermosas y simpáticas, que realzan la importancia de este día para los pueblos de América latina, sobre todo, para los mexicanos.
Algunas curiosidades: el Día de los Muertos tiene su origen hace más de 500 años, en la unión de tradiciones de la cultura prehispánica con la católica. Se celebra el retorno transitorio de las ánimas que regresan para convivir con sus familiares y compartir los alimentos (principalmente, el pan de muertos), que se les ofrece en los altares.
Os invitamos a visitar el altar que construimos y a dejar comentarios/ sugerencias. Os dejamos también una receta muy exquisita para compartir con todos (muertos y vivos).
¡Un día feliz! Aunque la muerte sea una temática que nos hace temblar con calofríos, hay que vivir intensamente nuestra vida, ya que “SOLO SE VIVE UNA VEZ” (como diría Azucar Moreno). Así lo pensamos…
Los grupos 7ºA / 9ºA y la profe de Español
A CANTIGA É UMA ARMA – “Aquele inverno” da Guerra Colonial
A CANTIGA É UMA ARMA – “Aquele inverno” da Guerra Colonial

Depois de, na última semana, termos apresentado a “Cantata da Paz”, um poema de Sophia de Mello Breyner interpretado por Francisco Fanhais, a rubrica “A Cantiga é uma Arma” dedica hoje a sua atenção ao tema “Aquele inverno”.
Numa outra perspetiva, continuamos a falar da guerra e do desejo da Paz, continuamos a trazer para análise a questão da Guerra Colonial.
Mais de uma década depois do termo dos conflitos armadas nas antigas colónias em África, a banda pop-rock “Delfins” retomou o tema, com a canção “Aquele inverno”, da autoria de Miguel Ângelo e Fernando Cunha.
Inserida no álbum “U Outro Lado Existe”, de 1988, a canção aviva memórias trágicas, recorda traumas de um coração gelado com a “imagem / Daquele inverno / Naquele inferno”, que se teme nunca venha a “ter um fim”…
E o inferno a que a música se refere, metaforicamente, é o drama de soldados perdidos “Em terras do Ultramar / Por obrigação”, isto é, jovens a “Combater a selva sem saber porquê”, de tal forma que “quem regressou / Guarda a sensação / Que lutou numa guerra sem razão”.
“Para eles aquele inverno / Será sempre o mesmo inferno / Que ninguém poderá esquecer / Ter que matar ou morrer / Ao sabor do vento / Naquele tormento”.
A Guerra Colonial foi uma experiência traumática, que marcou profundamente uma geração, entre 1961 e 1974. Foram mobilizados cerca de um milhão e 400 mil homens; houve aproximadamente nove mil mortos e 30 mil feridos; e 140 mil ex-combatentes ficaram a sofrer de distúrbio pós-traumático do stress de guerra.
Do concelho de Ponte da Barca, terão morrido na Guerra Colonial 11 jovens: seis em Moçambique e cinco em Angola.
Os combates começaram em Angola, no início de 1961. Dois anos depois, alastraram-se à Guiné e, em 1964, a Moçambique. Nestes três territórios, diversos movimentos reivindicavam a sua independência, enquanto o Estado Novo insistia em manter pela força as chamadas colónias ultramarinas, com o objetivo de garantir o “Portugal uno e pluricontinental do Minho a Timor”…
Só com a Revolução dos Cravos, em 1974, é que será negociado um fim político para os conflitos.
Na África, apenas os territórios insulares – Cabo Verde e São Tomé e Príncipe – não tiveram problemas de guerra; na Ásia, Macau sofreu de alguns momentos de instabilidade por influência da Revolução Cultural na vizinha República Popular da China e Timor só viu surgir os seus movimentos a favor da independência, após o 25 de abril de 1974.
Quanto às possessões portuguesas de Goa, Damão e Diu, foram integradas na União Indiana, sob administração direta do governo federal, no dia 19 de dezembro de 1961, com a rendição incondicional das forças portuguesas, depois de um breve conflito que durou cerca de 36 horas.
Vamos lá ouvir – e cantar – “Aquele inverno”, com Miguel Ângelo e os “DELFINS”…
A Organização













































