Oferta de fundo documental
Oferta de fundo documental
O fundo documental da Biblioteca da Escola Secundária acaba de ser enriquecido com a doação por parte da professora Fátima Marques de um conjunto significativo de títulos.
A oferta contempla dezenas de números da revista “National Geographic” e, essencialmente, livros das classes da Literatura (8) e da Geografia e História (9).
No que a esta última área do saber diz respeito, o destaque vai para os 10 volumes da “História do Mundo”, publicada pelas “Selecções do Reader’s Digest”, e ainda para as obras “Lugares Lendários”, “Grandes Museus do Mundo: National Gallery – Washington” e “Cinemas de Portugal”.
Quanto à Literatura, os exemplares oferecidos, todos eles com encadernação requintada, incluem obras clássicas de autores portugueses, tais como Luís de Camões, Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Camilo Castelo Branco e Júlio Dinis, e também da Literatura universal, nomeadamente, de Dante, Shakespeare, Maquiavel, Cervantes, Molière, Jonathan Swift, Goethe, Allan Poe, Charles Dickens e Alexandre Dumas.
Pela sua qualidade científica e pela riqueza da encadernação/ edição, merecem ainda referência os dois volumes da coleção “Viagens e Aventuras” (“Explorando as Profundezas” e “No Tecto do Mundo”) e “Vida Selvagem – Animais da Savana”.
À professora Fátima Marques, muito obrigado por este gesto de partilha, num exercício de cidadania ativa em prol da comunidade escolar barquense!
Biblioteca Escolar
Um salto gigante
Um salto gigante
Há gestos simples que representam enormes conquistas, pequenos passos que significam um salto gigante na vida de uma pessoa.
O Gabriel Amorim superou medos, ultrapassou reservas, venceu resistências, e, com o apoio ativo e a empatia inspiradora de docentes e de colegas, ousou olhar uma plateia e comunicar com o público: sob a orientação da professora Gabriela Menezes, interagiu com os colegas de uma turma do 12.º ano, dando vida a um poema, que disse com expressividade.
Foram momentos de forte intensidade humanista, que ilustram a forte aposta do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca na promoção de uma cultura institucional que valoriza a diversidade, a equidade, a inclusão, uma Escola que coloca sempre a Pessoa, cada Pessoa, em primeiro lugar.
Biblioteca Escolar
“Opiniões de Segunda" – A educação e a saúde mental
“Opiniões de Segunda" – A educação e a saúde mental
Para além da saúde física, são crescentes as preocupações com a saúde mental e o equilíbrio emocional das crianças e dos jovens.
Face à alegada “ditadura da felicidade”, Lucília Pereira fala de múltiplas pressões e sublinha que é “imprescindível que a escola faça uma reflexão e tome uma posição responsável sobre a saúde mental.”
30 assinaturas do “Público” para alunos do Secundário aprofundarem cidadania e literacia mediática
30 assinaturas do “Público” para alunos do Secundário
aprofundarem cidadania e literacia mediática

Os alunos do Ensino Secundário passam a ter ao seu dispor, até ao final do ano letivo, 30 assinaturas digitais (individuais e não transmissíveis) grátis do jornal “Público”.
Este serviço resulta de uma candidatura recentemente apresentada pelo Plano Nacional das Artes do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca, com o objetivo de proporcionar às turmas do Secundário oportunidades de dinamização de trabalhos, utilizando o jornal como um recurso pedagógico, e, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de projetos que promovam a literacia dos “media”.
As 30 assinaturas vão, de facto, permitir o acesso às notícias de forma ilimitada e a conteúdos exclusivos, incentivando o compromisso cultural com a comunidade educativa e promovendo a participação, fruição e criação cultural, numa lógica de inclusão e aprendizagem.
Em tempos de desinformação e de crescente manipulação dos cidadãos, a informação credível, sustentada na verdade dos factos e em opiniões qualificadas, é um bem essencial para navegarmos nestes tempos excecionais em que vivemos, num exercício adulto de cidadania que aposta na literacia mediática e na responsabilização cultural.
Usar o jornal como recurso pedagógico, quer no consumo da informação, quer na produção dessa informação, permite dar espaço e voz aos mais jovens de modo transdisciplinar, servindo o Plano Nacional das Artes e o “Público” como agentes potenciadores de aprendizagens mais significativas, para além de oferecerem a diversificação de estratégias pedagógicas que vão ao encontro das competências preconizadas no “Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória”.
Recorde-se que este programa orientado para os estudantes comprometidos com o Plano Nacional das Artes acontece no âmbito de uma parceria estabelecida entre o Ministério da Cultura e este meio de comunicação social.
A equipa PNA | PCE
Danças Tradicionais Populares Portuguesas
Danças Tradicionais Populares Portuguesas
O termo dança tradicional remete para danças de grupo de origem popular que se dançavam nas vilas, aldeias, e que fazem parte de um corpo de conhecimentos culturais e coletivos.
A dança tradicional portuguesa contém em si mesma um conjunto de recursos diversificados para a transmissão, não só de um vocabulário motor, mas também de valores sociais e culturais.
A dança popular ou tradicional é componente específica do folclore, que se define como atividades espontâneas ligadas às práticas da história do povo. Folclore significa o conjunto de tradições e manifestações populares que provêm de mitos, danças e costumes que passam de geração em geração.
Quando falamos em dança folclórica, devemos considerar vários elementos que a constituem: o simbolismo, os acessórios, os trajes, a coreografia, entre outros.
A educação através da escola é parte fundamental no que diz respeito à sensibilização e conhecimento na área das danças tradicionais, junto dos mais jovens. Utilizando atividades de música e dança, podemos cativar miúdos e jovens a integrarem grupos de dança e folclore.
O Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca dinamiza, semanalmente, um grupo de folclore que engloba alunos, professores e funcionários.
Tendo por base pesquisa na área das danças tradicionais portuguesas, os alunos do 12º D concluíram o módulo Danças Tradicionais com a execução, filmagem e apresentação de três danças abordadas em espaço da aula: o regadinho, o vira e a cana verde.
Elementos das danças
Vira
Simbolismo: No século XVI, a origem do vira é a valsa oitocentista e o fandango. É uma das danças mais antigas de Portugal. O vira do Minho é a dança rainha do Alto Minho.
Forma: O vira é dançado em coluna ou em roda.
Acessórios: Mulher – Camisa branca, o colete, franjeiro, lenço da cabeça, saiote, saia branca, saia preta, meias, lenço do lado, socas, brincos e ouro; Homem – Meias, calças, camisa branca, colete, chapéu, faixa, sapatos.
Coreografia: Chama-se vira porque há uma viragem de corpos que lhe é característica, os homens são colocados em coluna e as mulheres ficam em frente e assim vão dançando frente-a-frente.
Técnica: Os homens vão avançando e as mulheres recuando, a situação arrasta-se até que a voz de um dançador se impõe, gritando “virou”, dão meia volta 3X e uma volta completa 3X também.
Cana Verde
Simbolismo: A cana verde é uma modalidade de dança de pares de origem espano-portuguesa. É popular em diversos sítios, representando variantes regionais em relação à música, à poética, à cantoria ou à coreografia.
Forma: É formada com duas rodas, uma de homens e outra de mulheres, que dançam em sentido contrário. Sem se tocarem, revezam de lugar, formando novos pares. Cada vez que se defrontam, dão uma batida de palmas.
Acessórios: Usam trajes, instrumentos como concertina e castanholas.
Coreografia: Dispostos em roda, os pares de braços erguidos vão girando vagarosamente no sentido contrário dos ponteiros do relógio. Os homens vão avançando e as mulheres recuando. Continuam até que alguém se impõe e fala “virou”.
Regadinho
Simbolismo: dança que se tornou muito comum no século XX. O povo do norte de Portugal acompanha-a à viola, mas também é dançada sem acompanhamento. Na Beira Litoral, a guitarra substitui a viola.
Forma: roda com troca de pares.
Coreografia: os pares, frente a frente e com os braços levantados, realizam pequenos saltos (passo saltado cruzado). Ambos os elementos cruzam primeiro a perna direita sobre a esquerda (sete tempos musicais), juntando as pernas no oitavo tempo musical. Segue-se o mesmo movimento com a perna esquerda a cruzar sobre a direita (sete tempos musicais), juntando as pernas no oitavo tempo musical. De braço dado, em sentidos contrários, raparigas e rapazes realizam três meias voltas (passo saltitado). No final da terceira volta, todas as raparigas devem avançar um lugar na roda, trocando de par e reiniciando a dança.
Professora Mafalda Cardoso, docente de Educação Física
Semana Ubuntu da Empatia - 21 a 25 de fevereiro de 2022
Semana Ubuntu da Empatia - 21 a 25 de fevereiro de 2022
Semana Ubuntu da Empatia: pensar a partir do ponto de vista do "outro" e sentir com o "outro".
Durante esta semana será dinamizada a "Semana Ubuntu da Empatia" em todo o Agrupamento, à semelhança de outros Agrupamentos em todo o país.
Com a Semana Ubuntu da Empatia queremos promover uma “revolução de empatia”, através de ações que façam os jovens “pensar e sentir a partir do ponto de vista do outro”.
Esta iniciativa é promovida pelo Instituto Padre António Vieira, através do seu projeto da Academia de Líderes Ubuntu, em parceria com a revista Fórum Estudante e está alinhada com o movimento internacional “Empathy Week”.
Vamos, todos, cumprir a máxima “Para realmente mudar o mundo, primeiro, necessitas de compreender as pessoas que o habitam”.
A Equipa Ubuntu
Os Afetos na Educação Pré-escolar
Os Afetos na Educação Pré-escolar
Os afetos são parte integrante do nosso bem-estar diário.
Atendendo à sua relevância, este tema tem sido explorado em contexto de sala, dando-lhe especial atenção, de forma a reduzir os efeitos da pandemia.
Foi também iniciado o programa “Eu descubro-me, Eu gosto de mim”, dinamizado pela psicóloga Marta Cunha com todos os grupos da Educação Pré-escolar, tendo por objetivo desenvolver competências socio-emocionais para promover o desenvolvimento pessoal e interpessoal.
As Educadoras
Crasto com Amor
Crasto com Amor
A Escola Básica de Crasto embarcou na proposta lançada pela Câmara Municipal, no âmbito das comemorações do Mês dos Afetos, e deu largas à imaginação, envolvendo todos os alunos na exploração da temática e promovendo, acima de tudo, atitudes e gestos de afeto, amor e amizade.
Para o efeito, os alunos vestiram "de amor" uma figura feminina e decoraram-na com vários adereços que reportam para os afetos.
O trabalho realizado está exposto, durante esta semana, no átrio da Câmara Municipal, para todos aqueles que o queiram ver, juntamente com outros trabalhos de outras turmas do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca.
Os Professores da EB de Crasto
DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES E MENINAS NA CIÊNCIA
DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES E MENINAS NA CIÊNCIA
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A Assembleia Geral das Nações Unidas declarou o dia 11 de fevereiro como Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, em reconhecimento do papel fundamental que as mulheres desempenham na comunidade científica e tecnológica.
O grupo de Física e Química do AEPB prestou homenagem às “nossas mulheres cientistas”, antigas alunas da nossa Escola:
Inês Gomes, licenciada em Eng.ª Mecânica. Atualmente a terminar o doutoramento em Projeto e Manufatura Avançada. O foco do seu trabalho é o desenvolvimento de stents coronários em liga de magnésio, usando a simulação numérica como ferramenta para o design e a fundição assistida por ultrassom como técnica de manufatura.
Irina Amorim, licenciada em Medicina Veterinária. Especializou-se em patologia e anatomia patológica veterinária. Doutorou-se em Ciências Veterinária. Atualmente é a responsável por todos os serviços de biotérios do ICBAS, onde é professora auxiliar e investigadora no i3S.
Rosana Monteiro, licenciada em Bioquímica, mestrado em Biotecnologia e atualmente em doutoramento na área da Engenharia Biomédica. Desde o mestrado, a sua investigação tem sido focada nas infeções bacterianas em fibrose cística.
Sara Neves, licenciada em Eng.ª Biomédica, especializou-se e fez investigação durante alguns anos em biomateriais, biologia celular e impressão 3D para regeneração/ reparação de tecidos humanos. Trabalhou numa empresa de desenvolvimento de dispositivos médicos inovadores, sendo o principal um stent urinário biodegradável. Neste momento, trabalha numa empresa de certificação/avaliação técnica/científica de dispositivos.
As nossas cientistas partilharam os seus percursos com alunos de Ciências e Tecnologias dos 10.º e 12.º anos de escolaridade.
Os alunos do 9.º ano de escolaridade, no âmbito dos temas Igualdade de Género e Mundo do Trabalho da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, elaboraram cartazes das nossas e outras mulheres cientistas, em exposição no bloco C.
Foi uma experiência científica ímpar ouvir os testemunhos tão interessantes, inspiradores e compreensíveis das nossas cientistas, ainda com mais sentido pelo facto destas mulheres terem começado os seus percursos na “Nossa Escola”, como referiram várias vezes. E assim se aprende fora da Sala de Aula, uma prática muito aconselhada à plateia pelas nossas cientistas, além da persistência, nunca desistir dos nossos sonhos.
Há igualdade de género na ciência? Em 2020, em Portugal, 62% dos doutorados em Ciências Naturais, Matemática e Estatística são mulheres. No entanto, a proporção de mulheres em altos cargos académicos e de tomada de decisão desce para 30,2% em Ciências Naturais e até 10,6% em Engenharia e Tecnologia. Apesar dos números, as nossas cientistas acreditam que se caminha para a igualdade de género.
As Professoras de Física e Química
Bonecos de neve e pinguins
Bonecos de neve e pinguins
No mês de janeiro, abraçamos o inverno, que foi muito agradável. Os nossos bonecos de neve continuam expostos nas janelas da nossa sala e para lhes fazer companhia temos os pinguins.
Ao passarem pela Escola Básica Diogo Bernardes, não se esqueçam de olhar para as janelas da nossa sala.
Os flocos de neve da turma 1.º B
(Professora Maria Santos)























